sexta-feira, 21 de agosto de 2009

FELICIDADE REALISTA de Martha Medeiros

"A princípio bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos. Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados, irresistíveis. Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica e uma temporada num spa cinco estrelas. E quanto ao amor? Ah, o amor... não basta termos alguém com quem podemos conversar, dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando. Isso é pensar pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo. Queremos estar visceralmente apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, queremos jantar a luz de velas de segunda a domingo, queremos sexo selvagem e diário, queremos ser felizes assim e não de outro jeito. É o que dá ver tanta televisão. Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista. Ter um parceiro constante pode ou não, ser sinônimo de felicidade. Você pode ser feliz solteiro, feliz com uns romances ocasionais, feliz com um parceiro, feliz sem nenhum. Não existe amor minúsculo, principalmente quando se trata de amor-próprio. Dinheiro é uma benção. Quem tem, precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo. Não perder tempo juntando, juntando, juntando. Apenas o suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado. E se a gente tem pouco, é com este pouco que vai tentar segurar a onda, buscando coisas que saiam de graça, como um pouco de humor, um pouco de fé e um pouco de criatividade. Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável. Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amar sem almejar o eterno. Olhe para o relógio: hora de acordar É importante pensar-se ao extremo, buscar lá d entro o que nos mobiliza, instiga e conduz, mas sem exigir-se desumanamente. A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio. Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade.
Se a meta está alta demais, reduza-a. Se você não está de acordo com as regras, demita-se. Invente seu próprio jogo. Faça o que for necessário para ser feliz. Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade. Ela transmite paz e não sentimentos fortes, que nos atormenta e provoca inquietude no nosso coração. Isso pode ser alegria, paixão, entusiasmo, mas não felicidade."


É isso aí gente... felicidade é ter amigos, parentes, vizinhos, cães, gatos, mas também poder ficar sozinho, ter paz, ouvir a voz interior, observar a natureza, ouvir o canto dos pássaros, enfim... é aproveitar cada instante da vida como se fôsse o último, porém sem o estresse diário! Beijos, Tay!

Um comentário:

Bet@ disse...

Oiii florrrrrrrr tudo bem com vc!?!?! sobre as postagens, amuuuu Mario Quintana pra mim ele é perfeito!?!?! Quanto aos outros posts e a brincadeirinha de "filósofa", realmente "filosofar" é isso pensar de onde vem as razões para entendermos as causas, as pessoas se preocupam demais com outras coisas e se esquecem de olhar pra si próprias e ai qdo veem as coisas já foram longe demais e se perderam no meio do caminho sendo um caminho muito arduo reencontrar-se, a felicidade vem de coisas simples, cães, gatos, amigos, parentes e estes quase sempre são so primeiros a serem esquecidos, néh?????
Seu blog é um show eu mais que amuuuuuuuuuuuuu, mas vamos com força que a gente consegue!?!?!?! bjos no seu coração e tenha uma excelente semana